Durante o painel focado no perfil do novo folião, o secretário de Turismo do Estado, Maurício Bacelar, celebrou os resultados históricos de 2026. De acordo com o titular da Setur-BA, as 13 zonas turísticas do estado receberam 3,8 milhões de visitantes no período, gerando uma receita de R$ 8,1 bilhões.
Bacelar atribuiu o sucesso ao combo entre a força cultural baiana e os investimentos públicos em segurança, saúde, qualificação e atração de novos voos.
O Serviço de Atendimento ao Turista (SAT) chegou a registrar foliões de mais de 80 países, impulsionados pelas rotas aéreas diretas que conectam a Bahia às Américas e à Europa.
Painel
O painel — mediado pela jornalista Heloísa Braga — contou também com Júlio Ribas (CEO da Vinci Airports), Gegê Magalhães (diretor de Turismo de Salvador), o empresário José Alves e Pedro Costa (presidente do Conselho Baiano de Turismo). Ribas enfatizou que a operação aeroportuária para a festa exige um planejamento de 365 dias para garantir a pontualidade e a experiência do passageiro nos picos de movimento.
Na abertura, o presidente do Comcar, Washington Paganelli, lembrou que a experiência do turista hoje começa muito antes dos dias oficiais de folia, movimentando a economia criativa local o ano inteiro.